Blog do curso de Tecnologia em Logística da Faculdade INESUL

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Prevista para junho na capital fluminense, são ignorados por 81% das micro e pequenas empresas brasileiras. É o que mostra a pesquisa divulgada hoje pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). De acordo com a sondagem, pontualmente, as empresas têm práticas sustentáveis, mas essa não é ainda uma característica global. “Ainda não elaboraram isso como uma agenda geral da sua empresa. Esse é o esforço do Sebrae. Mostrar que é possível ter eficiência energética, reciclar os materiais, tratar os resíduos sólidos e inovar por meio de mudanças tecnológicas”, disse hoje (3), no Rio, o presidente da entidade, Luiz Barretto. “O esforço do Sebrae é trazer as pequenas empresas para essa agenda”, completou.Para Barretto, o desafio do Sebrae é trazer o tema da sustentabilidade para a discussão dos pequenos empreendimentos, nos seus três eixos: econômico, social e ambiental. Lembrou que as pequenas empresas constituem 99,1% do total de negócios estabelecidos no país e estão na base da sociedade. Elas representam 25% do Produto Interno Bruto (PIB).O presidente do Sebrae admitiu que não é uma tarefa simples levar o desenvolvimento sustentável para o centro de debate dos micro e pequenos empreendedores, porque isso envolve mudanças comportamentais que terão de ocorrer ao longo dos próximos anos. “Mas quanto antes a gente chegar nesse debate, nessas práticas, mais chances de sobrevivência no mercado a gente terá”, ressaltou.Na avaliação de Barretto, além de representar ganhos para os cidadãos, a sustentabilidade significa também ganhos em termos de eficiência para as companhias, “ganhos de produtividade, de aumentar a competitividade da sua empresa”.Se uma sorveteria, por exemplo, tem eficiência energética em seus refrigeradores e outra não tem, ela não poderá sobreviver no mercado, disse. É a evolução do mercado consumidor que vai impor novos padrões. “E aquelas empresas que demorarem para adotar esses novos padrões, certamente vão ficar para trás”.O presidente do Sebrae enfatizou que não só o cidadão tem de entender que o planeta precisa de atitudes em relação ao tema da sustentabilidade, mas também o mercado. Na opinião de Barretto, as questões de concorrência e de ganhos de eficiência é que vão impor um novo padrão, e “os consumidores e a sociedade vão cada vez mais querer consumir de uma empresa que tem práticas sustentáveis”.O fundamental, sustentou, é que práticas sustentáveis significam aumento de mercado, possibilidade de ampliação de ganhos, aumento dos lucros. “É isso que a gente quer combinar: como ter uma atitude positiva e, ao mesmo tempo, faturar mais”, disse.O Sebrae vai auxiliar os micro e pequenos empresários na busca pela inovação em seus negócios, com o objetivo de maiores ganhos para o setor. A entidade quer funcionar como um elo de ligação com as fontes de financiamento para as mudanças tecnológicas, entre as quais a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Nós temos que convencê-lo [empresário] que isso é bom para ele, bom para o consumidor e bom para o planeta”, declarou Barretto.

 

Enviada por: ELIANE OLIVA

 

Edital: Maurício 11/05/2012

publicado por INESUL às 15:59

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