Blog do curso de Tecnologia em Logística da Faculdade INESUL

27
Set 13

“O Brasil tem que olhar Portugal estrategicamente”, concorda Mário Vilalva. “Nós não podemos olhar Portugal através de número de balança comercial ou de pequenos projetos que as empresas brasileiras venham fazer”, pondera o embaixador, ao indicar, por exemplo, que os portos de Portugal com capacidade para grandes embarcações podem receber petroleiros, graneleiros e navios de contêineres para triagem de mercadorias para a navegação de cabotagem no Mediterrâneo e para o Norte da Europa ou para as ligações por terra que dão acesso à Espanha e daí ao resto do continente.

Na opinião de Ricardo Lima, Portugal tem valor singular por causa da África, com maior potencial de crescimento que o Velho Continente. “A Europa é uma economia madura com players estabelecidos há bastante tempo”, diz ao apontar a África em expansão e lembrar que os portugueses estão “há séculos” no continente e têm conhecimento diferenciado para trabalhar e fazer negócios com os africanos, o que “faz ganhar tempo”.

Conforme o empresário, além da experientes sobre a África, a mão de obra com curso superior em Portugal tem “altíssimo nível profissional” e melhor fluência em idiomas estrangeiros (inglês, francês e espanhol) do que a média brasileira, além de regras tributárias mais estáveis que no Brasil, maior segurança jurídica e estabilidade nas políticas de incentivo industrial – o que explica Portugal melhor posicionada (cinco lugares à frente) do que o Brasil no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial.

De Portugal, Lima controla a produção e venda de cimento em nove países (o grupo que representa tem 16 fábricas, inclusive no Brasil) e centraliza compra de insumos para as unidades sediadas em Portugal, na África e na América do Sul.

De acordo com ranking da Fundação Dom Cabral, Portugal é o nono país do mundo e segundo na Europa com maior presença de empresas brasileiras (16 organizações), e a participação poderá aumentar com a privatização de companhias estatais prevista em programa de governo.

publicado por INESUL às 09:36

24
Set 13

 

A Praticagem marítima é uma atividade baseada no conhecimento dos acidentes e pontos característicos  da área onde é desenvolvido. É realizado em trechos da costa, em baías,portos, estuários de rios, lagos, rios, terminais e canais onde há tráfego de navios. A principal razão da existência deste serviço é proporcionar maior eficiência e segurança à navegação e garantir a proteção da sociedade e preservação do meio ambiente. Os práticos marítimos são profissionais que executam este trabalho. Possuem grande experiência e conhecimentos técnicos de navegação e manobra de navios, bem como das particularidades locais. Esta função é desenvolvida a bordo dos navios para onde os práticos são conduzidos por meio de lanchas que têm padrões especiais para o transbordo seguro do Prático. O primeiro serviço de Praticagem no Brasil foi criado com a rubrica do príncipe regente D. João VI, no Decreto de 12 de junho de 1808, na cidade do Rio de Janeiro, cujas características foram preservadas até hoje, mas existem registros anteriores do exercício dessa profissão, desde os primórdios de nossa história colonial. Somente em 1985 – Decreto n° 358 criou-se a Capitania Dos Portos. O regulamento de 1908 – Decreto n° 6.446, no seu artigo 6°, subordina todos os práticos diretamente ao Capitão dos Portos. Observa-se que Serviço de Praticagem é tão essencial e importante que foi criado antes mesmo das Capitanias dos Portos.

publicado por INESUL às 00:36

23
Set 13
publicado por INESUL às 00:33

16
Set 13

Certificação Ambiental: um caminho para a sustentabilidade

A busca por uma vida saudável, de melhor qualidade, conjugada com a preservação do ambiente natural, fez com que os indivíduos e os governos busquem estabelecer regras de conduta, formais e consuetudinárias, visando um meio ambiente sustentável que atenda o bem comum das comunidades que habitam nosso planeta.

Mas, na busca equilibrada e eficaz desse objetivo, impõem-se um grande desafio, qual seja, como preservarmos a natureza e ao mesmo tempo produzirmos alimentos sadios e suficientes para alimentar a humanidade, cada vez mais numerosa e exigente, tanto do ponto de vista da qualidade quanto da quantidade.

Para o alcance de tal objetivo, estabelecemos critérios e condições, de ordem técnica e legal, para determinar se este ou aquele produto e processo de produção, atendem a nomenclatura dos princípios éticos e de produção inseridos no conceito de sustentabilidade, ora estabelecido pela sociedade moderna, o qual chamamos de “certificação”.

Estes processos certificadores seguem instrumentos regulatórios estabelecidos por entidades ou governos, os quais se utilizam os profissionais, empresas e produtores, para informar a sociedade, se determinado produto, modelo de produção, atende os requisitos indispensáveis para considerá-lo política e ambientalmente correto. No Brasil, utiliza-se como referência regulatória os ditames da Lei nº 6938/81 (Lei do Meio Ambiente), Código Florestal, e outras legislações nacionais e internacionais.

Ainda, integram os processos de certificações ambientais, Selos ou ISOs, a elaboração de sistemas de gestão ambiental, auditorias ambientais, avaliações de desempenho, selos ambientais, rotulagem ambiental, entre outros mecanismos, inerentes ao sistema de produção, de produtos ou serviços, objeto da certificação.

As chamadas “Ecoetiquetas”, que se constituem em Selos e ISOs, melhoraram a qualidade ambiental dos produtos, gerando vantagens para os consumidores e produtores, tais como: aumenta a consciência dos consumidores e produtores; incrementa a venda e agrega valor ao produto certificado; gera informação exata sobre a qualidade do produto e seu sistema de produção; protege o meio ambiente; consubstancia um diferencial de competitividade; auxilia no aprimoramento dos processos de produção, obrigando os produtores à adoção de medidas que diminuam os impactos ambientais adversos, entre outros.

As certificações precisam ser renovadas e reavaliadas periodicamente por um órgão regulador certificador, que será responsável pela credibilidade dos métodos de avaliação do certificado. O certificador pode tanto ser um órgão público, quanto uma empresa privada independente, a exemplo da ISO – INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARTIZATION, que no geral, possuem como atribuição, promover a harmonização e o desenvolvimento de normas para produtos, processos e sistema de gestão ambientais.

Assim, denota-se que as Certificações Ambientais constituem-se numa ferramenta fundamental para a sustentabilidade do meio ambiente, para assegurar que os sistemas de produção, produtos e serviços, estejam comprometidos com uma performace econômica e ambiental corretas, na busca de uma vida digna e saudável e que preserve o meio ambiente onde vivemos, com vistas a garantir, entre outros benefícios, um consumo sadio e de qualidade, bem como a sobrevivência das gerações futuras.

Por Elbio Senna; membro do Conselho Cientifico para a Agricultura Sustentável (CCAS), advogado, gestor da área jurídica da Cooplantio

publicado por INESUL às 17:17

12
Set 13

Restos de alimentos jogados no lixo

Brasília – A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) advertiu ontem (11), em estudo publicado em Roma (Itália), que os desperdícios com alimentos no mundo podem causar cerca de US$ 750 bilhões anuais de prejuízos. Pelo relatório, 1,3 bilhão de toneladas de alimentos desperdiçadas por ano provocam estragos no solo e no meio ambiente. O estudo alerta que o mau uso do lixo alimentar gera prejuízos também à qualidade de vida.

O diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, disse que medidas preventivas devem ser adotadas por todos – agricultores, pescadores, processadores de alimentos, supermercados, os governos locais e nacionais, assim como os consumidores. “Temos que fazer mudanças em todos os elos da cadeia alimentar humana para impedir que ocorra o desperdício de alimentos, em seguida temos de promover a reutilização e reciclagem”, disse.

Graziano lembrou que há situações que dificultam o desperdício de alimentos devido às “práticas inadequadas” na produção. Ele ressaltou que a FAO criou um manual que mostra medidas adotadas por governos nacionais e locais, agricultores, empresas e consumidores para resolver o problema.
O diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner, ressaltou que o ideal é buscar o caminho da sustentabilidade, ao qual devem aderir todos os que participam da cadeia alimentar – do produtor ao consumidor.

publicado por INESUL às 17:13

09
Set 13
publicado por INESUL às 18:34

05
Set 13
publicado por INESUL às 19:28

 

fonte: http://globotv.globo.com/globonews/conta-corrente/t/veja-tambem/v/kibon-investe-r-45-milhoes-em-pesquisa-e-na-nova-linha-de-produtos/2808840/

publicado por INESUL às 18:22

02
Set 13
publicado por INESUL às 18:28

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