Blog do curso de Tecnologia em Logística da Faculdade INESUL

27
Ago 13

O projeto ‘Brazilian Fruit’, desenvolvido desde 1998, em parceria pelo Ibraf (Instituto Brasileiro de Frutas) e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos), com a finalidade de promover e divulgar a qualidade e diversidade da produção brasileira de frutas frescas e processadas, irá participar de mais uma edição da Fruit Logística - evento considerado o maior e mais importante encontro de oportunidades de negócios do mundo para o setor de FLV (frutas, legumes e verduras).A feira acontecerá em Berlim, na Alemanha, entre os próximos dias 6 e 8 de fevereiro e contará com a presença de mais de 2.400 expositores do mundo inteiro, que apresentarão uma série de novidades em produtos e serviços. O estande Brazilian Fruit, em um espaço de 300 m², contará com a presença confirmada das seguintes empresas brasileiras: Agrícola Famosa, Caliman/HLB, Fermac Cargo, GBI, GSI/Daehler, Itacitus, ITEP, Rigesa, Salute, UGBP e a Central Exportaminas que levará uma missão de 30 empresários do Estado de Minas Gerais.

“A Fruit Logistica é o ponto de encontro de todos os agentes do setor, por isso o Ibraf vem apoiando desde 2003 a participação intensa das empresas brasileiras, a fim de mostrar neste importante evento toda a diversidade e qualidade dos nossos produtos” comenta Luciana Pacheco – gerente do projeto Brazilian Fruit.

Empresas

Este é o 4º ano consecutivo de participação da Central Exportaminas para apresentar os produtos e empresas do Estado para este importante evento. É o caso da ABANORTE que estará presente no evento, divulgando as frutas do Norte de Minas, como a banana, manga e limão, por meio do Projeto Jaíba. O Sistema Ocemg, que trabalha com monitoramento e promoção das cooperativas de Minas Gerais, também estará na Fruit Logistica representando cinco cooperativas mineiras; assim como o Ceasa Minas (Centrais de Abastecimento de Minas Gerais S/A), que atua como centro de comercialização de hortigranjeiros, cereais e produtos industrializados alimentícios e não alimentícios.

A HBL Tropical Food que atua há 24 anos como importador e distribuidor de frutas tropicais, participará do estande Brazilian Fruit com a empresa brasileira  Caliman Agricola sua parceira no suprimento do mamão Golden. “Participamos há quase 20 anos da Fruit Logistica e estamos felizes em fazer parte de mais uma edição” afirma Levy de Barros, diretor da HBL.

A empresa GSI/Daehler, produtor de mamão de Linhares-ES participará pela primeira vez do evento. “Sem dúvida, um evento internacional tão importante como a Fruit Logística, possibilita a aproximação de novos mercados e a consolidação de parcerias cada vez mais fortes; essas são as nossas perspectivas para a feira neste ano de 2013”, comenta  Wilson Coutinho, diretor da empresa.

Exportações 2012

Em 2012 foram exportadas 693 mil toneladas de frutas frescas do Brasil para 50 países. As principais frutas foram: melão, manga, limão, uva, banana, mamão e maçã.  A Alemanha está em 5º lugar no ranking dos países compradores, com 12 mil toneladas exportadas diretamente para o país em 2012. O principal país comprador é a Holanda, que atua como centro reexportador para toda a Europa, seguido pelo Reino Unido, Espanha e Estados Unidos.

publicado por INESUL às 17:20

26
Ago 13
 
 
Expo.Logística: OS MAIORES NOMES DO SETOR VÃO SE ENCONTRAR NA EXPO.LOGÍSTICA 2013
A Expo.Logística é reconhecida por reunir os principais players do segmento. O mais abrangente evento de logística do Brasil proporciona networking de alto nível, num ambiente ideal para a realização de negócios, atualização profissional, divulgação de marcas e lançamento de ferramentas corporativas. Também são apresentadas as mais modernas abordagens gerenciais de todos os segmentos ligados à logística e supply chain, além de produtos, serviços e soluções para o setor.
A feira acontece simultaneamente ao Fórum Internacional de Logística. Realizado pelo ILOS - Instituto de Logística e Supply Chain, o fórum divulga pesquisas inéditas sobre o setor, referentes tanto ao ambiente das empresas quanto ao de negócios do país como um todo.
Participe da Expo.Logística e fique frente a frente com os principais tomadores de decisão do setor.
 
Números do setor

Confira os principais números do setor:
- O custo logístico brasileiro representa 10,6% do PIB, que em 2010 totalizou R$ 390,7 bilhões.
- As maiores empresas gastam 8,5% da receita líquida com logística.
- Os gastos com transporte representam cerca de 54% dos custos logísticos nas empresas.
- Cerca de 70% dos custos logísticos são direcionados para o pagamento de prestadores de serviços logísticos.
- Em 2011, o faturamento médio anual de cada PSL foi de R$ 340 milhões, alta de 10% em relação ao ano anterior.
- São necessários mais de R$ 900 bilhões em investimentos em infraestrutura no Brasil, englobando portos, ferrovias e rodovias.
Fonte: Instituto ILOS

publicado por INESUL às 17:08

24
Ago 13
publicado por INESUL às 17:06

publicado por INESUL às 16:51

23
Ago 13
publicado por INESUL às 16:22

22
Ago 13
publicado por INESUL às 16:12

21
Ago 13
publicado por INESUL às 15:36

20
Ago 13
publicado por INESUL às 15:45

19
Ago 13
publicado por INESUL às 16:43

12
Ago 13

O impacto dessas medidas no setor portuário brasileiro será a ampliação dos investimentos, a modernização dos terminais e a  redução dos custos de operações Foto: Shutterstock

Após a crise portuária deste ano, que chegou a elevar o custo das exportações brasileiras em até 20%, o governo resolveu tomar providências para evitar que o problema se repita. Duas medidas recentes, a MP 595/12 - também conhecida como MP dos Portos - e a MP 612/13, estabelecem novos critérios para a movimentação de cargas e o funcionamento dos terminais de cargas portuárias e retroportuárias brasileiras e prometem reduzir os custos logísticos dos exportadores.

 

Aprovada no último dia 16, a MP 595/12 prevê, entre outras coisas, a abertura de 159 terminais portuários para a iniciativa privada a partir do fim do ano. As autorizações serão dadas por chamada pública e não mais por licitação. Assim, o governo pretende agilizar a contratação das empresas que ficarão responsáveis pelos terminais. A medida vem ao encontro da MP 612/13, que estabelece mudanças para as instalações alfandegadas implantadas fora de áreas de portos e fronteiras, os chamados portos secos, que podem receber cargas importadas ainda não liberadas ou de exportação já despachadas. Com esse novo marco regulatório, qualquer empresa poderá instalar um recinto desse tipo, desde que obtenha autorização da Receita Federal, ao contrário do que ocorria até agora, quando a concessão era feita pela União.

 

Segundo o vice-presidente de Marketing da Associação Brasileira de Logística (Abralog), Edson Carillo, o impacto dessas medidas no setor portuário brasileiro será em ampliação dos investimentos, modernização dos terminais e redução dos custos de operações para incremento da competitividade. Para o especialista, a aprovação da MP dos Portos traz maior competição entre terminais e, por isso, uma redução das tarifas para as exportações.

 

O especialista em logística explica que a utilização dos portos secos está mais orientada à postergação do pagamento de tarifas e tributos, portanto, não deverá haver uma alteração importante no uso destas áreas - além do aumento da competitividade entre as cerca de 60 opções existentes no País. “Os portos secos são mais indicados na importação, com possibilidade de transferência dos materiais (ainda em regime alfandegado) para retroáreas, com tarifas mais baixas àquelas praticadas nas regiões portuárias”.

 

Alívio na região portuária sobrecarregada

 

Portos sobrecarregados, espaços insuficientes e logística em geral ineficiente acarretam perdas de tempo, dinheiro e, principalmente, competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional. Com as medidas anunciadas pelo governo, abre-se espaço para que os portos secos sejam uma alternativa viável para melhorar a situação. Com os portos secos, as exportações já chegam ao porto marítimo prontas para o embarque, diminuindo tráfegos, esperas e burocracias no local de embarque. Enquanto para as importações tiram-se os produtos dos portos com pouco - e caro - espaço de armazenagem.

 

Com a crise portuária brasileira, que congestionou os portos, sem espaços para movimentação e armazenagem de contêineres, os portos secos tornam-se uma alternativa viável, barata e eficaz para incrementar o comércio exterior e melhorar a competitividade das empresas brasileiras. Além disso, eles promovem o escoamento das mercadorias desembarcadas na zona primeira e oferecem serviços adicionais aos quais os portos não estão preparados para executar.

publicado por INESUL às 18:39

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