Blog do curso de Tecnologia em Logística da Faculdade INESUL

31
Jul 13

O cenário econômico positivo no Brasil que provocou o aumento do consumo interno e gerou novos negócios, principalmente dos últimos anos, se refletiu em avanços significativos na infraestrutura do País. Os desafios logísticos, pelo contrário, continuam a exigir do empresariado brasileiro soluções paliativas para não comprometer a saúde financeira de suas companhias.
O gargalo atinge empresas de vários segmentos, mas os setores de bebidas é um dos que mais gastaram com logística no ano passado, segundo a pesquisa Custos Logísticos 2011, do Instituto de Logística e Supply Chain. Enquanto a média geral de gastos foi de 8,5% em relação à receita líquida, o setor de bebidas gastou 12,1%.
As deficiências da infraestrutura logística brasileira permeiam todos os setores de transporte. Rodovias, portos e aeroportos sofrem com a falta de investimento, afetando a demanda e elevando os gastos. De acordo com o Banco Mundial, o custo da logística no Brasil equivale a 20% do PIB, o dobro dos países ricos.
O setor de transporte rodoviário, responsável por 76% da mercadoria que transita no País, atinge praticamente todos os pontos do território nacional, mas, por outro lado, é o que apresenta preços de frete mais elevados. Embora ofereça baixos custos fixos, os variáveis são mais altos, podendo ter alteração de acordo com questões que estão na esfera pública. Alguns dos exemplos são os valores do combustível e da manutenção das vias.
Com apenas 212 mil quilômetros de rodovias pavimentadas – enquanto a China e a Índia registram 1,5 milhão de quilômetros de estradas cada -, o Brasil possui um alto custo de conservação de sua frota. Afinal, a qualidade das estradas afeta diretamente o desempenho do caminhão e influencia no prazo da troca de peças, realizadas antes do previsto.
E os desafios não se restringem apenas à falta de aportes em infraestrutura. A carência de um planejamento urbanístico das grandes cidades também tem impactado o setor. As restrições do tráfego de caminhões nos principais centros urbanos do País têm forçado as empresas a buscar novas soluções. Especialmente para companhias, cujos clientes estão no coração dos municípios , seguir rotas e horários restritos de circulação de veículos exige uma grande ginástica logística. A compra de caminhões comerciais leves ou alteração do horário de trabalho são algumas das alternativas, porém implica no pagamento de adicionais noturnos aos empregados e no aumento das equipes de segurança, além do custo do período em que o veículo fica parado.
Apesar dos investimentos previstos pelo governo, as expectativas para o futuro não são tão animadoras. A escassez de fortíssimas altas no custo de mão de obra e os gargalos de infraestrutura serão somados aos aumentos de custos provocados pelo preço do óleo diesel, pedágio, caminhões e do salário dos motoristas e ajudantes. Com este cenário, o grande prejudicado será o Brasil, que perde competitividade frente aos países do mundo e encarece seus produtos com os altos valores logísticos embutidos.

 

Fonte: Logística Descomplicada

publicado por INESUL às 18:16

30
Jul 13

A AQCES Logística está com 678 vagas de emprego em aberto no interior de São Paulo e de Goiás, para atuação na safra 2013/14 de cana-de-açúcar, que tem início previsto em abril.  A informação foi dada pela assessoria da empresa na tarde desta quinta-feira, 07.

 

Devido à ampliação de sua atuação no segmento, a AQCES aumentará seu quadro de funcionários em 30% nesta temporada, em relação a 2012. 

 

Em Jataí (GO), onde a empresa iniciará operações de transporte este ano, o maior número de vagas é para motoristas carreteiros (160), com experiência em transporte de cana picada. Mas há também oportunidades para coordenador administrativo, motorista monitor, borracheiro, auxiliar de borracharia e líder de manutenção.

 

Nas unidades de Guaiçara, Votuporanga e Andradina (SP), a maioria das oportunidades é para operadores de trator (150), colhedora (150) e motorista carreteiro (150). Também estão entre as funções procuradas: motorista de caminhão-pipa, supervisor de operação de colheita, trelador e mecânico de campo, soldador, mecânico de base e auxiliar de enfermagem do trabalho.

 

Conhecida por sua gestão de pessoas, baseada no respeito, na valorização e na segurança de seus funcionários, a AQCES registra baixo índice de turnover em suas operações no setor. Cerca de 80% dos profissionais voltam a trabalhar na operadora logística depois da entressafra.

 

 

publicado por INESUL às 18:10

29
Jul 13

Processamento de pedidos; Manuseio e matérias; Embalagem.

E suas atribuições envolvem:

  • Planejamento e coordenação de atividades logísticas;
  • Gerenciamento de redes de distribuição;
  • Gerenciamento de processos de compras;
  • Gerenciamento de estoques;
  • Gerenciamento de serviços aos clientes;
  • Otimização de sistemas empresariais.

Pode-se dizer que a logística é responsável pelo processo físico integral do produto, desde a obtenção de insumos até o planejamento para o descarte do mesmo, passando pelas fases de produção, armazenagem e distribuição dos produtos finais, influenciando também nos setores de vendas e marketing ao prover as soluções necessárias para garantir a disponibilidade do produto no momento exato do requisitado pelo cliente.

O tecnólogo em logística poderá trabalhar em fábricas, portos, aeroportos, empresa de transporte, atacadistas e varejistas, em empresas publica ou privada ter conhecimento e logística nacional e internacional, elaborar laudos e projetos.

Uma área que esta em constante crescimento. O profissional que investir nesta área se qualificar fazer cursos complementares poderá concorrer a vagas com salário inicial que variam de 2 a 4 salários, portanto invista em si mesmo.

publicado por INESUL às 18:03

22
Jul 13

 

Um aumento recorde de 1,4 milhão de inscritos confirmados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vai obrigar o governo a rever toda a logística da prova. Serão necessários mais locais de aplicação, fiscais e incremento na segurança, além de uma estrutura maior de distribuição - o que deve resultar na alta de gastos. Com recorde de inscrições, o exame teve um salto ainda maior de candidatos autodeclarados pretos, pardos e indígenas - grupo beneficiado pela Lei de Cotas nas universidades federais.

 

Enquanto o número total de inscritos subiu 24% entre 2012 e 2013, a alta do grupo considerado cotista cresceu 29%. A proporção de pretos, pardos e indígenas (PPI) no Enem chegou a 56%, maior até do que o Censo registra na população brasileira, de 51%.

Neste ano, 7,1 milhões de candidatos confirmaram a inscrição, sendo que cerca de 5 milhões são isentos da taxa de inscrição por terem renda baixa ou estudarem em escola pública. O Ministério da Educação (MEC) já considera a ampliação do número de municípios onde o exame será aplicado. "Vamos ter de repensar a logística de impressão, distribuição, segurança. Também vai ter de haver um crescimento no orçamento", afirmou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

A expectativa do ministério era de que as inscrições ultrapassassem um pouco os 6 milhões, mas o número real foi além das estimativas em mais de 1 milhão. O ministro não quis fazer uma avaliação do custo extra que isso acarretará, mas acredita que não deve passar dos R$ 46 por aluno investidos em 2012. Se a conta estiver correta, o orçamento chegará R$326 milhões - R$ 60 milhões a mais que no ano passado.

Textos. Uma das preocupações do MEC é encontrar mais professores especialistas em correção da redação. Depois de descobrir que provas com receitas de macarrão instantâneo e hinos de clubes de futebol tinham recebido boas notas, a pasta tornou mais rígidos os critérios de correção, diminuindo de 200 pontos para 100 a diferença máxima entre as notas dadas pelos dois corretores iniciais e que obriga a redação a ir para um terceiro corretor. Com isso, o número de correções deve aumentar, exigindo mais professores especializados.

O Estado onde houve o maior crescimento de inscritos foi o Amapá, com um aumento de 63%. Em São Paulo as inscrições cresceram 20%.

O Enem serve como vestibular na maior parte das instituições federais de ensino. Neste ano, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade de Brasília (UnB) aderiram ao Sistema de Seleção Unificado (Sisu), que concentra a oferta de vagas pelo Enem. As instituições federais devem garantir o ingresso de 25% de alunos de escola pública, respeitando o porcentual censitário de PPI de cada Estado.

 

publicado por INESUL às 19:36

21
Jul 13

epcblog.jpg

 

A adoção mundial do código de barras padrão GS1 por milhões de empresas

demonstrou ser a automação uma ferramenta decisiva para a melhoria da

economia globalizada; e nesse processo desenvolve-se o EPC (Código Eletrônico de Produto).

“O melhor disso é que seu desenvolvimento no País ocorre simultaneamente aos de outras nações”,

salienta Sergio Ribinik, CEO da GS1 Brasil que integra o grupo de

governança mundial da nova tecnologia. Com o EPC cada item terá o seu próprio

número individual codificado em uma etiqueta de radiofreqüência (RFID).

Os leitores farão a captura dessa identificação e serão capazes de indicar onde

o item está e em quais condições, comunicando-se com bancos de dados

remotos pela Internet. Com isso, consegue-se a identificação automática

e a rastreabilidade de produtos em tempo real. A utilização do novo sistema

oferece uma série de benefícios, como a leitura de itens sem a proximidade do leitor,

permitindo, por exemplo, a contagem instantânea de estoque; a melhoria das práticas

de reabastecimento com eliminação de itens faltantes e/ou com validade vencida;

identificação da localização dos itens em processos de recall (busca);

a verificação imediata dos produtos nas prateleiras ou no “carrinho” do varejo;

e possibilidades sem limites de melhorias e individualização de serviços ao consumidor.

O EPC, uma oportunidade de maior eficiência nos negócios e na logística, significa

 o rastreamento total dos produtos na cadeia de suprimentos, com economia de tempo,

custos e maior segurança para empresas e consumidores.

publicado por INESUL às 19:22

19
Jul 13

 

27 a 30 de Agosto de 2013 Centro de Eventos Zanini Sertãozinho - São Paulo - Brasil

 

A Fenasucro é o maior evento mundial em tecnologia e intercâmbio comercial

para usinas e profissionais do setor sucroenergético. O principal encontro entre

produtores, profissionais e os principais fabricantes de equipamentos, produtos

e serviços para a agroindústria da cana-de-açúcar, um evento completo que

oferece aos visitantes a oportunidade de explorar toda a cadeia de produção:

 preparo do solo, plantio, tratos culturais, colheita, industrialização, mecanização,

 aproveitamento dos derivados transporte e logística do produto e subprodutos da cana-de-açúcar.
O layout da feira foi redesenhado com a setorização da exposição, novos acessos,

nova circulação, áreas verdes e melhorias na infraestrutura, visando mais conforto aos visitantes e expositores.

O setor de Transporte e Logística, no Brasil, atualmente responsável por transportar 60%

do que é produzido no país, movimenta R$ 350 bilhões por ano e mais do que duplicou na última década.

O mercado cresce em média acima do Produto Interno Bruto (PIB). 
Somente o setor sucroenergético, terá um custo estimado de 8 bilhões de reais para movimentação de insumos,

matérias primas, etanol e açúcar, custos de estocagem,

atrasos nos cronogramas de moagem, além dos riscos naturais da produção.

 

http://www.fenasucro.com.br

 

publicado por INESUL às 15:30

17
Jul 13

Após um período inicial de operações da draga Catarina, foi anunciado na data de ontem

 as primeiras alterações operacionais referente o calado do Porto de Itajai.

Estas alterações, as quais eram bastante esperadas pela comunidade portuária

(Armadores, Terminais, Clientes e demais) vieram de encontro as necessidades

 requeridas pelos grandes Armadores. As melhorias no calado

 (distancia entre a linha d'água e o ponto mais profundo do navio)

do Complexo Portuário do Itajai evidenciam a capacidade da Draga empregada

nesta operação e reforçam a posição do Porto de Itajai de grande competitividade,

especialmente no momento que a profundidade de 14 metros for re-estabelecida

em todo canal interno e externo e esta sendo mantida através de dragagem de manutenção.

Porém importante salientar que apenas a dragagem não basta, sendo primordial

que possamos oferecer aos Armadores um calado operacional competitivo porém

 também condições de acessibilidade de grandes navios aos Terminais localizados no Complexo.

Para atender este quesito, temos em andamento o projeto da nova bacia de evolução

 a qual irem iremos prepara um Post especial devido a importância do tema.

Em linhas gerais, estamos caminhando a passos largos para que Itajai continue

sendo destino certo dos grandes navios e linhas de navegação mantendo assim

 o crescimento e pujança de nossa economia.

publicado por INESUL às 15:19

15
Jul 13

 

No Brasil, a logística evoluiu a uma velocidade gigantesca nos   últimos dez anos, exigindo dos profissionais da área uma visão integrada e   colaborativa de todo o processo. Em paralelo, o quadro de funcionários foi   enxugado e as cobranças aumentaram.

Os profissionais devem acompanhar essa rápida evolução inovando   na mesma velocidade e até superando as expectativas de seus Clientes internos e   externos para sobreviver e avançar nesse mercado.

Isso exigirá a permanente busca por mais conhecimentos técnicos   e práticos, familiaridade com as ferramentas tecnológicas tipo ERP, WMS e TMS,   maior interação com as áreas internas, foco nos Clientes e Fornecedores, visão   de processos, constante preocupação com a diminuição dos custos e a realização   de serviços com maior qualidade e segurança, garantindo o perfeito atendimento   das entregas.

Além de tudo isso, conhecimentos de matemática financeira,   custos, estatística, pesquisa operacional e ferramentas de gestão da qualidade   serão primordiais para os profissionais de logística.

O profissional de logística necessitará ter uma visão global da   logística, ser multifuncional, mostrar pró-atividade e comprometimento,   dinamismo, agilidade, flexibilidade, bom senso e raciocínio lógico, capacidade   de trabalho em equipe, senso analítico, orientação para resultados e coragem   para assumir riscos.

Será importante entender que o principal objetivo é maximizar   toda a cadeia de abastecimento (supply chain) e não somente aquele elo onde   atua.

Os líderes dessa área deverão estar devidamente preparados e   atualizados para repassar claramente as mudanças que estão ocorrendo, e   viabilizá-las junto às suas equipes. Também precisarão desenvolver uma alta   capacidade de negociação com Clientes internos, parceiros, Fornecedores e   Clientes externos, desenvolvendo alianças a fim de identificar e explorar novas   oportunidades de negócios.

No contato com os Clientes deverá existir um canal direto e   aberto oferecendo pronto atendimento com informações atualizadas e precisas,   entendendo as necessidades e expectativas, transformando-se em um diferencial   estratégico de adição de valor na cadeia logística.

É crucial que o profissional entenda seu verdadeiro papel no   contexto das empresas e que tenha um perfil adequado para se adaptar às   mudanças. Afinal, não é fácil ser SUPER....

publicado por INESUL às 19:54

07
Jul 13

 

Erro 1: Consideram a cadeia de suprimentos como uma estrutura fixa – nesse sentido as empresas tem como prática ver a cadeia de suprimentos amarrada, comparado aos elos de uma corrente. Dentro dessa estrutura são criados setores que tem metas individuais que acabam comprometendo o resultado final da Cadeia de suprimentos.

Erro 2: Manter a estrutura de negócios – Os gestores mantêm-se na zona de conforto e evitam inovações e mudanças. Na maioria das vezes quando tentam desenvolver sua Cadeia de Suprimentos, o fazem, aplicando suas estratégias e sistemas de informação e controle utilizados internamente nas relações externas.

Erro 3: Idéia errada sobre controle – esse problema está relacionado a confusão entre controle e descentralização. Empresas acreditam que apenas a descentralização é suficiente para o total controle da Cadeia de Suprimentos.

Erro 4: Falha ao Sincronizar a demanda e os Sinais da Cadeia de Suprimentos – empresas focadas na demanda do consumidor, podem controlar os inventários nos pontos de venda e a partir dessa informação gerar as ordens dentro do sistema, todo o sistema funciona com base em um grupo de informações.

Erro 5: Considerar a tecnologia como única fonte de transformação – A tecnologia da informação, desenvolvimento de plataformas, são quesitos necessários, senão essenciais, mas não são suficientes. Há necessidade de transformar o modelo de gestão empresarial, no qual esse sistema será implantado.

Erro 6: Visibilidade do sistema de informações – Os sistemas nem sempre proporcionam as empresas a visibilidade total da cadeia. Outras vezes não há necessidade de ter em tempo real todas as informações. Importante balancear a necessidade de disponibilidade de informações no tempo e local certo.

Erro 7: Utilizar um canal único – As empresas utilizam diversos canais para distribuição, definem as opções de acordo com as necessidades. Há um esforço para desenvolver um canal único, entretanto tal solução não considera as especificidades dos produtos. Há necessidade de definir um ponto de convergência logística, onde cargas mistas são divididas e encaminhadas em forma de cargas específicas.

Erro 8: Não considerar o fator Humano – Há necessidade de se conhecer as características humanas da organização, para então definir tarefas e responsabilidade – importante para “saber com quem contar”.

Erro 9: Não alavancar elementos globais da Cadeia de suprimentos -  Necessidade de desenvolver uma cadeia de suprimentos global, para atender as dinâmicas da economia globalizada. Dessa forma a empresa consegue estar próximo de clientes em diversos espaços geográficos. Tais características aumentam a produtividade em até 10%.

Erro 10: Subestimar a necessidade de transformação – Há um grande potencial de ampliação de valor na cadeia de suprimentos. Outro fator importante é a necessidade de visão de longo prazo, os autores consideram que mudanças efetivas demoram, no mínimo, dois anos para serem implementadas.

publicado por INESUL às 20:02

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