Blog do curso de Tecnologia em Logística da Faculdade INESUL

31
Jan 13

A previsão de recorde na safra de grãos fez com que a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) adotasse medidas para escoamento da produção de forma mais rápida. Apesar do início da colheita na segunda quinzena de janeiro, o pico do escoamento deve ocorrer nos meses de março e abril. Uma dessas medidas é a campanha de orientação aos caminhoneiros quanto às novas rotas para a descarga que já estão valendo desde dezembro. Os mapas serão distribuídos nas praças de pedágio e em outdoors.

Investimentos - A Cotriguaçu, empresa que mais exportou grãos pelo Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá, investiu em eficiência na armazenagem e operação. A meta é descarregar mais rápido os produtos, tanto de vagões quanto de caminhões, e mais próximo da data de chegada do navio, evitando-se filas. A expectativa da empresa é movimentar 2,7 milhões de toneladas de soja, farelo e milho. A Interalli projeta crescimento de até 20% no volume movimentado, diante das 2,3 milhões de toneladas de soja e milho de 2012. A empresa planeja dar preferência a contratos programados para ganhar produtividade e garantir segurança aos envolvidos.

publicado por INESUL às 05:19

30
Jan 13

         

 

 

 

 

 

O ano de 2013 começou muito bem para os calouros de

RH, FINANÇAS E LOGÍSTICA.

Com a semana cheia de surpresas, hoje não foi diferente,

após um pouco mais de duas horas de depoimentos

e relatos, perguntas e respostas e exemplos da rotina de trabalho.

A proposta da mesa redonda acabou com gostinho de quero mais.

Sendo finalizado com sorteios de algumas lembranças.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por INESUL às 03:41

29
Jan 13

O governador Beto Richa reafirmou nesta segunda-feira (28/01), durante posse da nova diretoria da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Paraná (Fetranspar) o compromisso do governo estadual em corrigir os principais gargalos logísticos que comprometem o desenvolvimento econômico do Estado. “O objetivo é reduzir o custo logístico com ações que melhorem o escoamento da produção paranaense”, afirmou.
Nos próximos dois anos, o governo investirá nos portos, aeroportos e rodovias cerca de R$ 4,5 bilhões. Os recursos fazem parte do Programa de Modernização da Infraestrutura (Proinfra), que prevê R$ 12,5 bilhões em investimentos para diversas áreas. “Com bom planejamento e investimentos vigorosos em infraestrutura estamos resgatando a confiança do setor produtivo, que volta a ver o Paraná como um Estado promissor”, disse o governador.
Beto Richa garantiu ao novo presidente da Fetranspar, Sérgio Malucelli, e aos empresários maior rigor no combate ao roubo de cargas e confirmou a instalação de mil câmeras de monitoramento nas rodovias paranaenses. Ele também destacou a boa relação com a entidade. “Durante muitos anos, o setor de transportes não recebeu a atenção que merecia. Juntos, implantamos um planejamento integrado de ações para atender as necessidades do setor”, afirmou.
O governador enumerou as medidas tomadas nesta gestão para melhorar a infraestrutura viária do Estado, como o programa estadual de recuperação de rodovias que terá investimentos de R$ 840 milhões na restauração de 12 mil quilômetros de estradas. Outro programa é o Patrulha do Campo que repassa máquinas aos municípios para recuperação e modernização de estradas rurais.
Segundo o governador, o Estado realiza ainda investimentos nos portos para acelerar as operações de embarque e reduzir o tempo de espera de caminhões, nos maiores aeroportos paranaenses e, em parceria com a União, construirá um novo ramal ferroviário ligando o Mato Grosso do Sul ao Porto de Paranaguá.
PEDÁGIO - Ele disse ainda que o governo está negociando com as concessionárias de pedágio a retomada das obras e a redução do preço da tarifa. “Já avançamos muito nesse setor. Chamamos as concessionárias para o diálogo e estamos fazendo prevalecer o interesse público”, afirmou.
Richa citou investimentos que já foram iniciados pelas concessionárias, como a duplicação da BR 277 entre Matelândia e Medianeira; a duplicação entre Jandaia do Sul e Apucarana; e a construção dos contornos de Campo Largo e de Mandaguari. No total, as empresas investem R$ 250 milhões em obras de duplicação em todo o Estado.
NOVA GESTÃO – Em discurso, o novo presidente da Fetranspar, Sérgio Malucelli, que substitui Luiz Anselmo Trombini, agradeceu a atenção do governador com o setor e destacou a importância dos investimentos e da redução da tarifa do pedágio para o crescimento do setor produtivo paranaense. “Precisamos reduzir o custo operacional do transporte para que o Paraná tenha um desenvolvimento mais integrado. Tivemos grandes avanços nos últimos anos, mas precisamos melhorar para corrigir as falhas logísticas. Contamos com ajuda dos governos federal e estadual”, disse o presidente.
O setor dos transportes de cargas movimenta 62% de toda a riqueza do Paraná, o que representa 7% do PIB do Estado. Ao todo, 17.770 empresas, com uma frota de 300 mil veículos, geram mais de 500 mil empregos diretos.
Estiveram presentes na solenidade a secretária da Família, Fernanda Richa, os deputados federais Eduardo Sciarra e Reinhold Stephanes; o ex-governador Orlando Pessuti, além de empresários, secretários de Estado e presidentes de empresas públicas

publicado por INESUL às 05:12

28
Jan 13

MUITOS CALOUROS ME PERGUNTARAM HOJE:

SERÁ QUE FIZ A ESCOLHA CERTA?

 

EU (Maurício) RESPONDI:

SÓ DEPENDE DE VOCÊ!!!

 

 
Esse vídeo é um resumo de 2012, que 2013 seja muito mais.
 
publicado por INESUL às 04:47


AMANHàas 19:30 na sala 72 vai ser

realizada a reunião para todos os Formandos,

onde voces deverão escolher 2 professores

para representarem voces no dia da Formatura

como Paraninfo e Nome de Turma, bem como,

tratar tambem dos assuntos pertinentes a Formatura.


É interessante todos comparecerem.


Duvidas entre em contato com o Napp (Cristiane no 3379-2068).


Grata


Prof.Antonia
publicado por INESUL às 04:40

  

 

 

 

 

 

                      

Esta noite ficou marcada para muitos jovens o começo de um sonho de uma graduação acadêmica.

Palestra de SUPERAÇÃO e recreação com os coordenadores animaram os calouros de todos os cursos.

Após a formação de 7 grupos com balões coloridos o resultado foi esse:

 

 

 

publicado por INESUL às 04:11

27
Jan 13

 

Brasília - A implantação da logística reversa em todo o país deverá ocorrer, no mínimo, em 2015, estima o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Nabil Bonduki.

A logística reversa, dentro da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), prevê o retorno para a indústria de materiais como eletroeletrônicos e pneus, para que possam ser novamente aproveitados pelo fabricante. Para isso, requer o envolvimento de todos na linha de produção e distribuição: fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes e o próprio consumidor, responsável pela devolução do produto aos postos de coleta.

 

 A PNRS, aprovada em 2010, estabeleceu prazo até 2014 para a implantação da logística reversa e de outros pontos relativos à reciclagem e reutilização de resíduos sólidos, como o fim dos lixões. “E olha que estamos bem adiantados, se comparados a alguns países europeus”, disse Nabil Bonduki, fazendo referência à Alemanha, que iniciou a implantação da logística reversa há quatro décadas. “E eles até hoje só conseguem recolher 50% das lâmpadas usadas”, exemplifica o secretário.

Para a professora e pesquisadora do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (UnB) Izabel Zaneti, o prazo para a implementação é mais do que adequado. “A Política de Resíduos Sólidos levou mais de 20 anos para ser votada. É preciso tempo para que as indústrias possam se adaptar a isso.”

Para ela, com as novas regras, haverá uma mudança de ação por parte das indústrias, que passarão a usar tecnologias mais limpas, mudando embalagens e metais usados na produção, para facilitar a reutilização. “É um momento importante para se repensar os produtos”, disse.

Inicialmente, a logística reversa engloba o recolhimento de resíduos e embalagens de agrotóxicos; pilhas e baterias; pneus; óleos lubrificantes; lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; e produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Cada produto está em uma fase de implantação diferente. No caso dos agrotóxicos, há campanhas de recolhimento de embalagens nos postos de venda. Os óleos lubrificantes já contam com uma política de recolhimento em algumas partes do Sul do país. As regras para o recolhimento de lâmpadas têm proposta de edital pronta, que depende de aprovação do Ministério do Meio Ambiente. Os produtos com a logística reversa mais atrasada são os eletroeletrônicos, que ainda não têm edital concluído.

“A coisa é complexa, pode levar um certo tempo para se concretizar. E vai precisar de muita educação ambiental e obrigação social”, disse Nabil Bonduki.

O secretário destaca que a participação do consumidor será fundamental em todo o processo. “É preciso a conscientização das pessoas para entregar o produto, ter a infraestrutura apta a recebê-lo e uma logística para recolher e levá-lo para o destino final e uma estrutura de reciclagem desses produtos”, ressalta.

A lei prevê punição para os envolvidos na cadeia produtiva que não colaborarem com a nova política, assim que ela estiver totalmente implantada no país. As penalidades vão da cobrança de multa até o processo com base na Lei de Crimes Ambientais.

publicado por INESUL às 04:58

26
Jan 13

Lançado em 1987 para transportar a produção de maçãs e frutas de Vacaria, com a aposta de impulsionar a economia da região nordeste do Estado, o aeroporto de cargas demorou tanto para ser concluído que o cenário para o qual foi projetado não existe mais.
A maçã agora é distribuída por caminhão ou navio. Vacaria não oferece volume suficiente de cargas nem de passageiros para movimentar o terminal.
Ex-diretor do Departamento Aeroportuário do Estado (DAP) no governo Pedro Simon, o engenheiro Fernando Bizarro lembra que o aeródromo de Vacaria nasceu para impulsionar os negócios na região. Integrava um plano maior para dotar o Estado de linhas aéreas regulares. Mas os entraves burocráticos, as licenças ambientais, os desacordos com as empreiteiras provocaram sucessivos atrasos.
– As obras demoram tanto para acontecer que, quando ficam prontas, as circunstâncias já mudaram – lamenta o ex-diretor do DAP.
Bizarro observa que o mesmo ocorreu com o aeroporto de Torres. À época do projeto, milhares de argentinos frequentavam o Litoral Norte, inclusive comprando imóveis. Imaginava-se que poderiam chegar ao balneário em voos charter (fretado por uma empresa para destinos turísticos), mas a crise argentina cortou a migração dos hermanos.
Reunião em Brasília define Caxias como prioridade
A organização Contas Abertas se manifestou sobre o aeródromo de Vacaria, que ficou com uma pista de R$ 20 milhões perdida no meio do campo – como ZH mostrou ontem. Diretor executivo da entidade, Gil Castello Branco critica que o caso evidencia a “incompetência dos gestores” desde o planejamento até a execução da obra:
– Foi um ônus para uma geração, mas sem significar um bônus para a geração seguinte. Infelizmente, mais um desperdício de recursos públicos.
Castello Branco diz que os governos posteriores poderiam ter redirecionado o projeto, ajustando-o à nova realidade. Não foi por falta de avisos. Em 2003, o Plano Aeroviário do Estado, aprovado pelo Comando da Aeronáutica, informou que a região serrana de Vacaria tinha apenas 2% do total da população e 1,7% do PIB gaúcho, o que “denota sua pouca expressão econômica”.
Ontem, em Brasília, o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Caleb de Oliveira, tratou dos R$ 310,8 milhões que o governo federal investirá em 15 aeroportos gaúchos. Não foi definido quanto será aplicado em cada terminal, mas Caxias do Sul está entre as prioridades. Caleb recebeu garantias de que não faltarão recursos adicionais, caso a verba total seja insuficiente.

publicado por INESUL às 04:43

25
Jan 13

Dia 29/01/13 as 19:30 na sala 72 vai ser

realizada a reunião para todos os Formandos,

onde voces deverão escolher 2 professores

para representarem voces no dia da Formatura

como Paraninfo e Nome de Turma, bem como,

tratar tambem dos assuntos pertinentes a Formatura.


É interessante todos comparecerem.


Duvidas entre em contato com o Napp (Cristiane no 3379-2068).


Grata


Prof.Antonia
publicado por INESUL às 04:33

De acordo com a Revista Mundo Logístico, a partir de 2013 será obrigatório  o uso de rastreadores para os carros e caminhões que circulam no Brasil, como mostra a reportagem abaixo:

A deliberação n.º 128 de 28 de junho de 2012 do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) que prevê a utilização de equipamento anti-furto em veículos que circulam no Brasil já é obrigatória. A implantação dos rastreadores que teve início em 1º de agosto de 2009 com término previsto para 31 de dezembro de 2012 tem como objetivo validar todo o sistema de rastreamento: bloqueio autônomo, bloqueio remoto e função de localização.

A multa para os  veículos que não cumprirem a lei será de R$ 137,00 reais e a perda de cinco pontos na Carteira de Habilitação. Os caminhões que não estiverem de acordo com a legislação vigente não serão licenciados. As montadoras de veículos já estão se adequando a legislação e a partir de 31 de janeiro de 2013, 20% da frota nacional já sairá de fábrica rastreada e monitorada, sendo que a previsão para atingir 100% dos veículos é até o dia 30 de agosto de 2013

publicado por INESUL às 04:27

Janeiro 2013
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