Blog do curso de Tecnologia em Logística da Faculdade INESUL

24
Jul 12

As cadeias de abastecimento global exigem ampla experiência em muitas áreas, tanto que nenhuma empresa poderia jamais oferecer todas as soluções. Mas os clientes gostam da idéia de usar um único provedor. Isso significa uma interface com computador, um ponto de contato, um contrato, uma conta, etc. Portanto, os operadores logísticos formarão parcerias com outros operadores logísticos, com empresas de tecnologia e com outros fornecedores para servirem toda cadeia de abastecimento de um cliente. Um operador logístico, o “integrador líder” da cadeia de abastecimento, supervisionará os outros fornecedores e agirá como o único ponto de contato.

1. Os operadores logísticos se tornarão mais lucrativos

Os terceiros melhoram sua lucratividade por meio de controles mais rígidos do custo interno e melhor uso da tecnologia. Ao mesmo tempo, os clientes estão mostrando uma disposição para pagar mais quando os operadores logísticos agregam mais valor a suas operações da cadeia de abastecimento.

Os terceiros agregarão este valor com soluções sofisticadas e integradas da cadeia de abastecimento.Estas soluções virão das parcerias (conforme mencionado) e oportunidades globais.

Algumas empresas mantêm a lucratividade tornando-se mais seletivas na escolha de novos negócios. O cliente está num período de redução de custo total e está encarando seriamente a terceirização. É irônico que algumas empresas desejam ver as contas de seus fornecedores para ter certeza que são lucrativos, mas depois tentam negociar contratos que não são lucrativos.

2. Novos clientes criam redes maiores e mais eficientes para os operadores logísticos

Estas redes incluem as áreas de transporte, armazenagem e informação. Por exemplo, muitos operadores logísticos podem executar seu software de otimização da carga com o frete de múltiplos clientes. Portanto, a carga do cliente A e a carga do cliente B podem ser consolidadas em um único veículo e economizar dinheiro para ambas as empresas. Quanto mais clientes uma operadora logística encontra com necessidades geográficas similares, maior a oportunidade.

3. Os embarcadores dependerão de operadores logísticos para utilizar tecnologia da informação

No campo da tecnologia da informação (TI) e comunicação, os sistemas podem se tornar desatualizados no momento em que são implementados. Em vez de TI internas, muitos gerentes dependerão de operadores logísticos para fornecer parte, ou todo, o sistema logístico.

Os terceiros devem manter a flexibilidade para fornecer soluções customizadas a seus clientes, e deve-se julgar um operador logístico não apenas por quão bem ele usa seus sistemas, mas também por quão rapidamente pode implementar um sistema nas operações de um cliente.

Os clientes também observarão os operadores logísticos para avaliar os sistemas. Quão bom é o último otimizador se este não ajuda o cliente a executar um trabalho melhor? A tecnologia deve oferecer melhor visibilidade do inventário para que o trabalho seja melhor executado. Ele deverá melhorar os ciclos de caixa a caixa e erradicar obstáculos que existem nas organizações dos clientes.

4. Os operadores logísticos estão procurando bons profissionais de logística

Não é fácil encontrar pessoas que sejam capazes de analisar e depois otimizar as redes logísticas e cadeias de abastecimento. Uma vez encontrados pelas empresas, se comprometem com projetos que duram vários meses. Como os operadores logísticos trabalham com mais de um projeto por vez, eles exigem mais destes talentosos indivíduos.

Existem soluções, como por exemplo, pessoal militar aposentado. Os logísticos passam 25 anos fazendo nada além de administração da cadeia de abastecimento. Eles também trazem experiência comercial e tecnologia relacionada.

As empresas logísticas mais antigas podem treinar os funcionários em várias disciplinas conforme avançam na empresa.

Considere o impacto da cadeia de abastecimento sobre a propriedade do estoque e giro de capital, e você entenderá por que as empresas estão dispostas a compartilhar ganhos com seus provedores de logística. Você também perceberá porque os clientes desejam que seus fornecedores assumam riscos.

A realidade é que, quando um operador logístico assume uma cadeia de abastecimento ele é responsável pelas vendas de seus clientes e fluxo de negócios. O que acontece se um terceiro falha? Se não alcançar mínimos resultados projetados, perdem lucratividade, não os custos, num dado projeto.

Certos projetos funcionam melhor com uma abordagem do tipo participação nos ganhos ou riscos. Quase sempre existirá uma combinação de participação nos ganhos ou riscos quando assumimos uma rede logística existente, pois nosso desempenho será medido em relação àquele da rede anterior. Mas se o cliente cria uma nova rede ou processo comercial, então não existem meios de pensar comparativamente. A participação nos ganhos requer bons “benchmarks”.

5. O Relacionamento cliente vs. operador logístico mais tempo

Quanto mais longo o relacionamento, melhor um terceiro pode entender e melhorar as operações de um cliente. Um relacionamento mais longo nem sempre produzirá custos proporcionalmente mais baixos. Se você executar um trabalho efetivo, chegará o momento de diminuir os retornos. Assim, é preciso chegar a uma idéia de impacto, talvez na confiabilidade de serviço, ou talvez em mais algum lugar na empresa do cliente.

Pequenos contratos freqüentemente levam a relacionamentos logísticos mais amplos voltados ao prestador.Muitos relacionamentos de terceira parte começam quando os clientes terceirizam uma pequena parte da cadeia de abastecimento. Por exemplo, contratados para implementar controles de custo de transporte. Quando isso é realizado, leva a perguntas de estoque: podemos reduzir os custos de estoques expedindo diretamente? Qual é o custo de frete aéreo vs custos de manutenção do estoque? É função do operador logístico descobrir essas oportunidades.

Conforme estas oportunidades são exploradas, os papéis mudam e o cliente espera o operador logístico para colocar na mesa sua visão da excelência logística.

Isso se chama “logística voltada ao prestador”, a qual levará a novos níveis de desempenho e controle de custo. As empresas que reduziram a gerência intermediária realmente não possuem os recursos internos para conduzir a logística para o próximo nível.

6. Os operadores logísticos não se tornarão consultores (mas poderão cobrar taxas de serviço)

Antes de um terceiro ter um contrato, ele gasta meses analisando as operações logísticas do possível cliente. O operador logístico fará recomendações e fornecerá relatórios detalhados para o cliente. Em resumo: o operador logístico assume o papel de consultor, menos as despesas.

Observadores dizem que como os operadores logísticos procuram meios de melhorar sua lucratividade, a análise gratuita poderia acabar.

Perda de controle ainda é um assunto para as empresas que avaliam o potencial de uso dos operadores logísticos, mas não para os clientes de operadores logísticos. Corporações e indivíduos que não tentaram a rota da terceira parte freqüentemente citam o receio de perder o controle sobre suas operações logísticas. Contudo, os clientes de operadores logísticos raramente expressam essa reclamação.

Os clientes que passam por esse exercício lhe dirão que adquiriram controle. Eles têm uma melhor condução sobre seus sistemas e indicadores do que tinham no passado. Freqüentemente, as empresas possuem indicadores que diferem de unidade para unidade ou de linha de produto para linha de produto. Os terceiros são capazes de padronizar isso por toda cadeia de abastecimento. E isso permite que as empresas tomem decisões melhores.

 

Edital: Maurício 24/07/2012

publicado por INESUL às 16:29

23
Jul 12

Muitos profissionais ainda confundem o conceito de logística com o de transportes.

Você também se pergunta porque alguns “especialistas” e mídias confundem – ainda hoje – a abrangência da logística empresarial, restringindo-a apenas às atividades de transporte? Por que isto acontece?

Com todo o respeito que a área de transportes merece, pois temos muito clara a importância desta atividade na economia (todos sabemos que sem os transportes o Brasil – e o mundo – param), nosso papel é de transmitir e ampliar os conhecimentos da sociedade, esclarecendo dúvidas e polêmicas, e não podemos permanecer indiferentes a esta falácia.

Desde sua concepção na aplicação militar, o escopo da logística envolve todos os processos de abastecimento nos bastidores do “teatro” das operações. Não é diferente na realidade empresarial. Portanto, é fácil perceber que a mesma abrange tanto as atividades de suprimentos e de distribuição, quanto os processos da logística interna, seja em uma indústria, em um centro de distribuição ou no varejo (força motriz responsável pela dinâmica das cadeias de abastecimento).

O alerta aqui é de que não podemos menosprezar a importância da logística interna, por todo o mérito que esta também detém. Basta observar que antes de embarcar uma mercadoria, qualquer empresa precisa processar informações, desenvolver fornecedores, acionar compras, receber e verificar materiais, embalar e movimentar produtos, estocando-os apropriadamente para preservar sua integridade. É preciso, ainda, planejar e controlar estoques e produção, movimentar e estocar mercadorias, otimizar layouts e fluxos de materiais e pessoas, qualificar colaboradores e parceiros, medir e gerenciar custos, avaliar e auditar a qualidade, entre outros.

Todas essas atividades estão inclusas na logística empresarial, aliás, nos transportes também. E todos esses processos têm uma importância vital para o negócio, implicando sua viabilidade econômica e em vantagens competitivas.

Sem a gestão de suprimentos, também designada de logística inbound, deixaríamos de prover os materiais requeridos à operação da empresa. Os processos da logística interna, por sua vez, são os responsáveis pela movimentação e armazenagem dos materiais (MAM) dentro da empresa. Sem essas atividades, não haveria o fluxo e, portanto, as transformações que agregam valor aos produtos. Onde a logística interna está comprometida, os custos podem até inviabilizar processos produtivos, deteriorando uma vantagem competitiva conquistada nos demais processos. Por fim, naturalmente, sem a distribuição física ou logística outbound, os produtos não seriam encaminhados para onde está a demanda, e assim a comercialização não seria concretizada.

Concluindo, podemos afirmar que sem uma logística integrada, interna e externamente, os fluxos seriam interrompidos, ocasionando rupturas no atendimento das demandas. A duras penas, aprendemos que é preciso sincronizar e harmonizar com sabedoria todos os elementos que compõem a logística.

Onde haja oportunidade, temos procurado comunicar esta mensagem há muito tempo, mas aparentemente ainda não alcançamos todos os envolvidos, como demonstra o freqüente engano que atrela o termo logística apenas às atividades de transportes. Falta conhecimento ou então a causa do problema é outra: talvez alguns prefiram continuar surdos, cegos e mudos, distorcendo a realidade devido a algum interesse oculto, mas aí já seria outra história, não é mesmo?

 

Edital: Maurício 23/07/2012

publicado por INESUL às 15:46

21
Jul 12

                                  

O ideal seria que as empresas pudessem se auto alimentar, sem a necessidade de consumir energia externa. No entanto, a realidade é diferente. E a indústria brasileira, assim como a maioria das empresas no mundo, não foi preparada para pensar em estratégias ou soluções para se autosustentar e se tornar independente de recursos naturais.

Já para as empresas que resolveram entrar nesse barco, a boa noticia é que os armazéns têm boas soluções para reduzir o consumo de energia ou tornar o uso menos oneroso e mais sustentável. Confira algumas soluções para otimizar a iluminação em centros de distribuição.

 

Aproveite a iluminação natural do dia para evitar o uso da energia elétrica;

Adote telhas translúcidas, se o projeto do armazém permitir, isso ajudará a aproveitar a luz do sol durante a operação diária;

Avalie as áreas do armazém com menos ausência de luz e as que mais necessitam de luz. Com essa informações redesenhe o projeto de iluminação artificial, pensando em evitar desperdícios;

Observe o comportamento da operação e os horários em que a energia é mais necessária. Remaneje o que for excessivo;

Procure no mercado sistemas de iluminação econômicos e que não emitem calor no ambiente;

Não aposte em iluminação por sensor em locais com muito movimento, as lâmpadas queimarão com facilidade (em razão do constante acende e apaga) e isso exigirá trocas freqüentes.

 

Edital: Maurício 21/07/2012

publicado por INESUL às 14:46

20
Jul 12

Um centro de distribuição com gestão sustentável deve zelar pela saúde e bem estar da equipe, acidentes devem ser evitados, instalando sinalizações coerentes com as normas existentes e criando ações de educação dos profissionais. Um bom exemplo vem da Honda, uma das maiores montadoras de motos do País.

 A empresa aposta em campanhas rotineiras para evitar acidentes de trabalho e em melhorias na estrutura do armazém, como demarcações corretas de piso, uso de faixas de pedestre nos locais com circulação de empilhadeiras e instalação de trava rodas nos veículos estacionados nas docas.

 

Edital: Maurício 20/07/2012

publicado por INESUL às 15:22

19
Jul 12

Algumas características que devem ser avaliadas em relação a armazenagem:

  1. O antigo processo já não funciona;
  2. Distância é a inimiga da produtividade;
  3. Controle do inventário realmente significa assumir o controle;
  4. Apenas toque no material quando puder agregar valor;
  5. Os funcionários produzem mais quando controlam seu próprio trabalho;
  6. Mais rápido sempre é melhor;
  7. Clientes e fornecedores são parte do processo.

Com relação ao primeiro segredo “se não quebrou, não conserte”. Se estiver vendendo seguros, poderia achar o programa existente do cliente falho. No armazém, preserve as coisas que estão funcionando bem e se concentre naqueles processos que não funcionam efetivamente.

Na armazenagem, quanto maior a distância menor a produtividade. Num grande armazém, sempre existe algum produto que está afastado, mas os pontos remotos deveriam ser reservados para os itens de baixo giro e aqueles de baixa popularidade localizados próximos da porta.

O controle de inventário é um ponto chave freqüentemente desprezado para a melhoria. Este controle começa identificando os itens que são separados com maior freqüência.

Sugerir que se toque no material apenas para agregar valor é uma idéia potencialmente perigosa. Levada aos extremos, negaria à administração a capacidade de reordenar o armazém. Os melhores armazéns são aqueles onde existem freqüentes ajustes no layout e onde produtos estocados são consolidados para criar espaço. A rearmazenagem pode e agrega valor criando um layout de estocagem mais eficiente.

Deixar que os funcionários controlem seu trabalho pode melhorar a qualidade, bem como a produtividade. No armazém, o controle é perdido quando as pessoas não possuem as ferramentas adequadas e suficientes para realizar o trabalho. Por exemplo, quando existe falta de empilhadeira, certos funcionários podem estar esperando a empilhadeira voltar antes de poder paletizar ou desfazer um palete de material. Alguns armazéns usam a filosofia “Um Homem/Uma Máquina” para certificar que todos tenham as ferramentas que precisem.

Com a ênfase de hoje sobre o tempo do ciclo do pedido, o desempenho mais rápido apenas traz melhorias, enquanto a velocidade não provocar sacrifícios na acuracidade.

Quando reconhecermos a importância de fornecedores e clientes, então deveremos quebrar as relações antagônicas. Se sua empresa possui pessoal de compras que acreditam que a compra é um jogo de “gotcha”, você terá relações com o fornecedor que serão menos do que perfeitas. Na armazenagem de terceira parte, observe não apenas o cliente, mas também o cliente de seu cliente, a empresa que recebe seus embarques. Entender as necessidades das pessoas que recebem os embarques que você faz assegura que você esteja controlando a qualidade destes embarques. Você já acompanhou um embarque até a doca de seu cliente para verificar o seu aspecto ao ser descarregado? Se não o faz, perdeu a chance de tornar o cliente parte do seu processo.

 

Edital: Maurício 19/07/2012

publicado por INESUL às 15:39

18
Jul 12

O progresso do ser humano na produção de produtos pode ser dividido em três ondas ou mudanças significativas. A primeira onda foi a agrária, marcada pelo abandono da caça e o “colher do chão”, com o desenvolvimento da agricultura. Esse período durou cerca de 4.000 anos.

A armazenagem nessa época era crítica para a distribuição dos produtos agrícolas, uma vez que celeiros e outros depósitos possibilitaram que as pessoas se protegessem da fome. Realizaram isso pela manutenção de um depósito de alimentos que era utilizado nos momentos de escassez de alimento.

A segunda onda, comumente chamada de Revolução Industrial, durou menos de 400 anos. As pessoas saíram das fazendas para as cidades para trabalhar nas fábricas. Os sistemas logísticos foram desenvolvidos para solucionar a movimentação de matérias-primas da fonte à fábrica e a movimentação dos produtos fabricados ao cliente.

A terceira onda é a era da informação, na qual acabamos de entrar. Essa fase é baseada no computador e na comunicação entre computadores, sendo caracterizada por oito mudanças importantes:

  1. Vida mais curta do produto;
  2. Maior variedade de produtos;
  3. Maior competição;
  4. Maior custo da mão-de-obra;
  5. Maior preocupação com a saúde e a segurança;
  6. Maior uso de computadores;
  7. Sistemas de transporte mais rápidos;
  8. Estoques menores.

As práticas de armazenagem deverão ajustar-se para satisfazer a terceira onda. O pensamento da terceira onda é caracterizado pela independência de fornecedores e clientes. O armazém é freqüentemente o “estoque pulmão” entre eles, o que significa que ele precisa se adaptar a tais mudanças.

O desafio de melhorar a satisfação dos clientes por meio da melhoria da logística exige um enfoque totalmente integrado. Em muitas empresas de hoje, a função da logística é feita de forma segregada. O gerente de vendas, o gerente do armazém, o gerente de tráfego, o gerente de processamento de pedidos, o gerente de reclamações, etc., operam independentemente. Todos os componentes do processo logístico precisam trabalhar como um só, com cada pessoa envolvida em ter uma conscientização muito maior, como a totalidade da logística funciona. A única forma de melhorar a satisfação dos clientes é buscar a integração da logística.

Devido ao fato da terceira onda ainda ser nova, é difícil descrever como influenciará a armazenagem no futuro. É cada vez mais óbvio, entretanto, que o papel tradicional da armazenagem na era da informação está mudando rapidamente.

A prática da logística mudou durante os anos 1980 mais do que em todas as décadas desde a Revolução Industrial, que começou há centenas de anos. A armazenagem é um fator-chave dessa mudança.

Parte da mudança foi um aumento na conscientização da logística como uma atividade empresarial crítica. Os gerentes, que nem mesmo conheciam o que significava a logística na década de 1980, já estavam profundamente interessados nela no final da mesma década.

1- Controle de custo

Para ser competitivo em longo prazo, é preciso reduzir custos operacionais, ao mesmo tempo em que aumenta a qualidade.

2- Estocagem inteligente

O conceito de operar com estoques baixos, com uma mentalidade "just-in-time", significa que você deve transformar seu conceito de estocagem de uma restrita atividade de “guarda” para uma função de “estágio”.

3. Reduzir tempos de ciclo

O serviço ao cliente é chave para o sucesso atual e para melhorar o serviço você precisa reduzir o seu tempo de ciclo operacional, a fim de satisfazer às necessidades dos clientes cada vez mais exigentes.

4. Redução do espaço

Para ser um produtor eficiente de classe mundial, você precisa obter o máximo de suas instalações atuais. Isso inclui fazer o uso ótimo do espaço volumétrico do edifício, ao mesmo tempo que mantém a flexibilidade das operações. Separação produtiva

Considerando a importância do serviço ao cliente, a separação acurada e oportuna dos itens e a montagem dos pedidos são cruciais. A separação produtiva significa alta acuracidade, bem como alta velocidade.

6. Acompanhar o ritmo da mudança

As necessidades dos clientes, ciclo de vida do produto, tecnologia disponível e praticamente todas as facetas de seu negócio estão sujeitas ao alto ritmo da mudança. O desafio é projetar suas operações para satisfazer as futuras mudanças, enquanto satisfaz os padrões atuais de produtividade e qualidade.

7. Falar com dados

Não há escassez de dados atualmente. Contudo, o segredo é fornecer um fluxo de informações acuradas e em tempo real que esteja em paralelo e controle o fluxo de materiais por toda a fábrica ou armazém. Tais dados podem ser utilizados no chão-de-fábrica ou integrados aos sistemas globais de informações da empresa.

8. Tornar o trabalho mais seguro

Melhorar a segurança há muito é a meta da indústria. Contudo, hoje em dia, as necessidades ergonômicas precisam ser integradas a esta meta, fazendo com que determinadas capacidades dos operadores sejam combinadas com as tarefas do trabalho, de modo a evitar problemas acumulados em longo prazo.

9. Reciclar, reutilizar, retornar

Para sermos compatíveis com as necessidades ambientais, precisamos repensar nossos tradicionais conceitos operacionais e pensar em termos de reciclar e reutilizar muitos dos recursos dos quais dependemos para produzir e distribuir produtos. Práticas adequadas de embalagem e movimentação podem ajudar a enfrentar este desafio.

10. Vender projetos

Mesmo depois de ter enfrentado os demais desafios, você ainda terá que justificar seu projeto à gerência. Em muitos casos, pode ser necessário colocar uma série de benefícios, assim chamados de “inatingíveis”, a fim de cumprir os critérios estabelecidos de retorno sobre o investimento (ROI).

 

Edital: Maurício 18/07/2012

publicado por INESUL às 16:16

12
Jul 12

Diferentemente do que muitos imaginam, o consumo de madeira já não é o grande vilão do desequilíbrio ambiental, pelo contrário, desde que as áreas de reflorestamento passaram a alimentar a indústria, provou-se que esse mercado contribui para a redução do GEE (gazes de efeito estufa). Só para se ter ideia, o Brasil possui 6,7 milhões de hectares de área de reflorestamento, principalmente de eucaliptos e pinus.

O fato de ser quase 100% composto de material orgânico faz com que a produção e o uso dos paletes de madeira não agridam o meio ambiente. E mesmo os agentes químicos opcionais ou obrigatórios, como o tratamento fitossanitário e a pintura do palete já possuem procedimentos menos agressivos, como o uso de tinta atóxica.

Na reportagem, inclusive, fabricantes e fornecedores de paletes, como Chep, Cia. do Pallets, Embalatec, Fort Paletes, José Bráulio, Matra, Ripack, explicam cada etapa da cadeia do palete e o quanto a embalagem favorece a sustentabilidade.

Veja um trecho do “Bate papo sustentável”  com Marcelo Canozo, presidente da Abrapal (Associação Brasileira de Paletes PBR) e também diretor da Fort Paletes:

Qual a política da Abrapal para garantir a responsabilidade socioambiental dos fabricantes de paletes de madeira?
Marcelo Canozo: Embora não tenhamos um trabalho específico nessa especialidade, exigimos que as empresas credenciadas na associação tenham cadastro ambiental e recomendamos que a produção siga normas sustentáveis, como a aquisição de matérias-prima de reflorestamento.

O palete de madeira já foi acusado de incentivar o desmatamento. Qual posição da Abrapal em relação isso?
Marcelo: Mais de 93% dos paletes produzidos no País, cerca de 10 milhões ao ano, são provenientes de madeira de reflorestamento, sem contar que a fabricação é limpa, tem baixo consumo de energia e não utiliza componentes químicos. Além do mais, o produto final é reciclável e pode ser convertido em biomassa, material utilizado como combustível para indústrias.

 

Edital: Maurício 12/07/2012

publicado por INESUL às 15:28

08
Jul 12

“Somos campeões invictos, só que os outros campeões

invictos da Libertadores conseguiram com seus sete,

oito jogos. Fazer 14 eu não tenho a dimensão do que

significa, mas que vai demorar muito

para acontecer de novo, isso vai

 

TITE - Técnico do Corinthians

publicado por INESUL às 00:15

07
Jul 12

 

Edital: Maurício 07/07/2012

publicado por INESUL às 09:35

06
Jul 12

A capacidade para obter  resultados ainda é a principal habilidade de um supervisor de armazém e centros  de  distribuição,  que,  como a  designação  do  cargo  sugere, visualiza toda a operação de um ângulo que possibilite orientar os integrantes da equipe para um esforço coordenado. Capacidade de melhorar a produtividade e assegurar o controle dos procedimentos complementam  o  perfil  desse  importante  profissional,  presente  na  maioria das empresas.

Edital: Maurício 06/07/2012

publicado por INESUL às 10:02

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