Blog do curso de Tecnologia em Logística da Faculdade INESUL

27
Jun 12

 

O palestrante Valtenir L. da Costa discente de Logística recebeu

vários alunos, funcionários da INESUL e convidados, com o tema de

LOGÍSTICA INTERNA desempenhou detalhadamente vários tópicos:

 

Sistema de armazém (próximo do porto) :

  • sistema de armazém
  • layout de matéria prima na máquina
  • expedição de materiais
  • kaizen
  • gestão de pessoas na fábrica
  • pilares da atividade de armazenamento (destaque= espaço)
  • estrutura porta palete
  • etiquetas de identificação
  • empilhadeiras
  • sistema Logístico

Renovar na empresa:

  • problema
  • causa
  • consequência
  • soluções
  • tempo

Alguns videos apresentados:

  • Águia Sistemas ( soluções em movimentação e armazenagem )
  • Rodomeu ( transportadora oficial da F-1)

 

 

 No final deixou uma mensagem Logística pra todos:

" ESTAMOS VIVENDO EM UMA SOCIEDADE NA QUAL

A ÚNICA CERTEZA ESTÁVEL É QUE TUDO VAI MUDAR "  

 

Recebeu um certificado onde será

de grande importância na empresa na qual trabalha,

complementando também suas horas na INESUL.

 

Edital: Maurício 27/06/2012

publicado por INESUL às 20:44

26
Jun 12

 

O Prof. Márcio Jabour de Olivieira realizou na sala nº 42,

o curso de Logística no dia-a-dia,

com a presença dos discente de Administração,

Logística e alguns convidados.

Deu alguns exemplos do nosso dia-a-dia,

como a falta de algum ingrediente para a alimentação.

O Discente Valtenir Leite da Costa da turma de Logística comentou

como exemplo, o deslocamento de casa ao trabalho e vice e versa.

O Prof. terminou  com um vídeo no qual explicou o

funcionamento da cadeia de suplimento.

 

 

 

 Logo após o término do curso o Prof. Márcio

recebeu um certificado da Instituição.

No qual ficou muito sastifeito,

como pode se constatar na foto a seguir.

PARABÉNS !!!!!!!!!! 

Edital: Maurício 26/06/2012

publicado por INESUL às 07:10

25
Jun 12

26 Dia Internacional do Combate às Drogas
27 Dia Nacional do Vôlei
29 Dia dos Pescadores
    Dia de São Paulo e São Pedro
    Dia da Telefonista
    Dia do Pescador
30 Dia do Caminhoneiro

JULHO

01 Dia do Hospital
02 Dia do Bombeiros

 

Edital: Maurício 25/06/2012

publicado por INESUL às 07:06

24
Jun 12

FRASE DITA DURANTE A RIO+20

 

"O desenvolvimento sustentável

não é um entrave, é uma oportunidade".

 

 

François Hollande, presidente da França.

 

Edital: Maurício 24/06/2012

 

publicado por INESUL às 05:49

23
Jun 12

 

A Officer Distribuidora vai realizar investimentos de R$ 10 milhões em um centro de armazenagem em Londrina, que deverá entrar em operação já em 2013. A empresa, que já está atuante há 27 anos, faturou R$ 1,6 bilhão no ano passado. O protocolo de intenções foi assinado pelo presidente e vice-presidente da Officer, Fábio Gaia e Mariano Gordinho, além do secretário de Estado da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, que representa a determinação do governador Richa em criar um polo logístico no norte do Paraná.

 

Edital: Maurício 23/06/2012

publicado por INESUL às 05:36

22
Jun 12

O ministro dos Transportes Paulo Sérgio Passos anunciou, durante o seminário “Ferrovias e Desenvolvimento Regional”, nesta segunda-feira (18) em Chapecó, que as primeiras ações para implantação do sistema ferroviário em Santa Catarina iniciam neste ano.

O evento, promovido pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) e pela Frente Parlamentar das Ferrovias do Congresso Nacional, presidida pelo deputado federal Pedro Uczai, reuniu autoridades políticas, entidade e empresários a espera de boas notícias para melhorar a logística de transporte de produtos do oeste catarinense.

Publicado também nesta segunda-feira (18), o edital de contratação dos estudos e projeto do trecho que liga Chapecó ao Porto de Itajaí, com cerca de 400 quilômetros de extensão, é o primeiro passo para que a Ferrovia da Integração comece a ser realidade no Estado barriga-verde. A licitação deve ser concluída até agosto de 2012.

De acordo com Passos, o estudo avaliará a articulação com o Corredor Ferroviário do Paraná, além de indicar a melhor alternativa do traçado da linha férrea no Estado e os modos e modelos operacionais do transporte. Além deste trecho outros dois projetos ferroviários estão previstos nos Programas de Aceleração de Crescimento - PAC1 e PAC2: a Litorânea e a Norte/Sul.

A meta do Governo Federal, apresentada pelo ministro, é expandir de 29 mil quilômetros para 40 mil a malha ferroviária no País até 2020. “Estão previstos investimentos de R$ 200 bilhões em ferrovias até 2025 para construção, recuperação, estudos e projetos. Desses, R$ 33 bilhões serão direcionados ao sul do Brasil”, complementou.

Passos enfatizou que em 2007 os investimentos para o setor de transportes eram de apenas R$ 7,2 bilhões e que 2011 os recursos atingiram R$ 43 bilhões. “O Governo tem a clareza de que não se pode pensar em competitividade sem investir em qualidade da infraestrutura básica”, disse.

DOCUMENTO
Durante o Seminário, o presidente da ACIC Maurício Zolet entregou ao ministro dos Transportes documento que aborda questões de alta relevância para o grande oeste de Santa Catarina relacionadas à construção de ferrovias e à duplicação da BR-282.

Na carta, o presidente destaca que há mais de 20 anos a região reivindica uma FERROVIA INTERESTADUAL (norte-sul) ligando SC ao centro oeste para garantir matéria-prima às agroindústrias e uma FERROVIA INTRATERRITORIAL de ligação oeste-leste para escoamento da produção agroindustrial aos portos marítimos, em território catarinense.

O documento assinala que a agroindústria do oeste catarinense está longe dos grandes centros de consumo e distante das áreas produtoras de milho e soja, seus principais insumos. A região importa mais de 5 milhões de toneladas de grãos por ano e necessita de uma ferrovia para unir os dois polos. “A ausência de ferrovia está retirando a competitividade regional e fazendo empresas catarinenses migrarem para o centro do país”, apontou Zolet.

Além disso, estudos preliminares revelam que aproximadamente 5 milhões de toneladas são transportadas por caminhões, o que encarece a produção. O custo final é novamente onerado com o transporte das carnes em containeres frigorificados até o Porto de Itajaí.

Por outro lado, a ferrovia intraestadual leste-oeste (a Ferrovia do Frango) também proporcionaria grandes benefícios para as empresas exportadoras e a sociedade catarinense, aumentando inegavelmente sua capacidade competitiva e de sobrevivência no longo prazo. “Os dois projetos são complementares e necessários: o ramal da Ferroeste permitirá importar insumos e matérias-primas e a ferrovia leste-oeste facilitará as exportações”, ressaltou o dirigente da ACIC.

Outra grande aspiração de Santa Catarina é a READEQUAÇÃO DA RODOVIA BR-282. Principal via de acesso de escoamento da produção do oeste catarinense aos portos e aos grandes centros brasileiros de consumo, ostenta infraestrutura incapaz de comportar o número de veículos que trafega diariamente pelo trecho. “Essa obra é uma necessidade urgente e estratégica para todo o Estado que a reclama há quase 50 anos”.

Por fim, a duplicação da BR-480 (acesso rodoviário de Chapecó à rodovia federal BR-282) que está em obras desde 2010, infelizmente, é executada com exasperante lentidão, revela o documento. Por isso, o pedido é para que o ministro examine a possibilidade de acelerar as obras e abreviar o prazo de sua conclusão, inicialmente previsto em quatro anos.

DEFESA
O prefeito de Chapecó José Cláudio Caramori disse que essa obra será realidade somente em uma ação suprapartidária. “A sociedade veio para o evento para ouvir o que o coração clama. A reivindicação da ferrovia não tem bandeira e não ter cor partidária. Com o projeto executivo aprovado teremos a segurança da obra de grande envergadura para os próximos cinco anos, que garantirá emprego, renda e o desenvolvimento de Chapecó e região”.

Representando a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), o presidente da Coopercentral Aurora Alimentos Mário Lanznaster afirmou que a ferrovia é fundamental para o agronegócio, pois o setor tem necessidade de comprar de outros estados 2 milhões de toneladas de milho por ano, além das 2,5 milhões de toneladas produzidas em SC. “Com este cenário, temos três opções: uma é a implantação da ferrovia para o transporte de grãos e de produtos, outra que é a instalação das agroindústrias em outras regiões do país ou ainda o fechamento das empresas, gerando por consequência desemprego e estagnação da economia”.

O deputado federal Pedro Uczai citou os benefícios para o desenvolvimento do Estado com a implantação das ferrovias. “É um meio de transporte seguro, ambientalmente sustentável, ajuda a melhorar a situação das rodovias, reduz os acidentes e mortes no trânsito, permite a regionalização do desenvolvimento e aumenta a competitividade das empresas. O País não tem mais condições de sustentar-se somente com rodovias”, finalizou.

Edital: Maurício 22/06/2012

publicado por INESUL às 05:23

21
Jun 12

Em nome das empresas e de organizações parceiras, o Instituto Ethos entrega ao governo brasileiro, nesta sexta-feira (15/6), o documento Posicionamento do Instituto Ethos, Parceiros e Empresas para a Construção do Futuro Que Queremos, uma contribuição do meio empresarial para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). O documento contém compromissos que as empresas estão assumindo em favor do desenvolvimento sustentável, demandas ao governo brasileiro e aos chefes de Estado e de governo presentes no encontro da ONU e propostas para contribuir com a solução dos dilemas e desafios relacionados aos temas que serão debatidos nos Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável. O conteúdo do documento foi finalizado durante a Conferência Ethos Internacional 2012, que se encerrou nesta quarta-feira (13/6), e entregue simbolicamente ao governo brasileiro, representado na conferência por Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, e aos secretários-gerais adjuntos da ONU, Achim Steiner, diretor do Pnuma, e Carlos Lopes, diretor do Unitar, todos presentes na plenária de encerramento. As discussões se deram nos dez painéis-oficinas que se realizaram sobre os temas a serem discutidos na Rio+20, com algumas alterações consideradas importantes, como a inclusão de três temas não contemplados: biodiversidade; clima; e integridade e transparência. Assim, os temas abrangidos pelo documento são: 1. Cidades sustentáveis; 2. Economia da biodiversidade; 3. Desenvolvimento sustentável para o combate à pobreza; 4. Conhecimento e inovação; 5. Energia sustentável para todos; 6. Desemprego, trabalho decente, migrações e direitos humanos; 7. Água: gestão responsável e sustentável; 8. Florestas e mudanças climáticas; 9. Estabelecimentos de padrões de produção e consumo; 10. Integridade e transparência. Para definir as propostas que foram incluídas no documento final, os participantes de cada oficina da Conferência Ethos utilizaram o Caderno de Subsídios oferecido no encontro, um texto-base preparado pelo Instituto Ethos e pelo Uniethos, com a colaboração de dezenas de organizações parceiras, o qual havia sido amplamente discutido em seminário prévio. Para cada tema, o texto-base apresentava cerca de dez propostas. Depois de examinar, discutir e aperfeiçoar tais propostas, os participantes das oficinas escolheram três delas sobre cada tema, as quais passaram a integrar o documento que está sendo entregue no Rio de Janeiro.

 

Enviado por: Eliane

 

Edital: Maurício 21/06/2012

publicado por INESUL às 19:41

20
Jun 12
publicado por INESUL às 21:00

19
Jun 12

 

Tendemos a comprar mais quando a loja só permite pagar com cartão. E as vendas de um produto crescem com promoções tipo “leve 4 por R$ 2”, sendo que cada unidade custaria mesmo R$ 0,50. Pois é, se fôssemos sempre lógicos, como explicar levantamentos mostrando que a bolsa tende a subir em dias ensolarados e a cair quando o país é eliminado da Copa do Mundo? (Sim, essas pesquisas feitas por professores da Universidade da Califórnia e da Pensilvânia).

 

Caminhos irracionais de consumo como esses são objeto de estudo da economia comportamental. Em vez analisar taxas e índices financeiros, ela usa experimentos de psicólogos para entender como decidimos. “A economia tradicional afirma que as pessoas fazem escolhas depois de analisar as possibilidades racionalmente. Mas estudos mostram que, em alguns casos, tomamos decisões intuitivamente”, diz o psicólogo Thomas Gilovich, um dos principais nomes da pesquisa na área.

Eis aí o dez caminhos irracionais de consumo:

 

1. Conto do “leve 4”

 

  

Supermercados são diplomados na arte de nos fazer comprar mais do que precisamos. Uma série de estudos realizada de 1998 a 2009 nos EUA mostra que um cartaz de “leve 4 por US$ 2” faz com que o mesmo produto venda 32% do que quando anunciado por “US$ 0,50 cada” – o que dá na mesma. “Associar um número de produtos ao preço funciona com consumidores indecisos”, diz o Ph.D. em marketing Brian Wansink, responsável pelos estudos. O fato de a loja estabelecer um limite de compra (“máximo de 10 unidades por cliente”, por exemplo) também turbina vendas, mesmo sem nenhuma promoção. Quando alguém vai às compras sem ter idéia clara da quantidade, acaba sendo fisgado pela sugestão. Mesmo que não leve 10 produtos, o número, inconscientemente, puxa para cima a avaliação de quantas unidades você precisa. “Usamos pistas ao redor inconscientemente para decidir.” Ruim para o bolso e o meio ambiente – cresce a chance da sua compra estragar sem você ter tocado nela.

 

2. Se os outros fazem, você também vai querer

 

 

O que os outros pensam importa mais do que você imagina. A conformidade, nossa tendência em fazer o que outros estão fazendo, já foi identificada em diversas pesquisas. Sem perceber, mudamos nosso comportamento para nos adequar. Se amigos compraram aparelhos de blu-ray, a tendência é que você também compre, mesmo que no fim só use para assistir a DVDs. Em um experimento de 2007, a cidade de San Marcos, na Califórnia, passou a informar na conta de luz se a pessoa estava consumindo mais ou menos eletricidade que os vizinhos. Quando o consumidor era informado que gastou acima da média, passava a reduzir a despesa. O contrário também aconteceu, e as casas com menor consumo ficaram mais perdulárias que antes. Seguindo a mesma lógica, o estado de Minnesota, EUA, testou, em 1993, mandar uma carta para parte dos contribuintes informando que “93% da população não sonega imposto e entregava a declaração em dia”. O grupo que recebeu o recado passou a cumprir mais com as obrigações do imposto, tentando se adequar à maioria. Anúncios de apartamentos que falam em “90% das unidades vendias” ou de produtos que “mais de 2 milhões já experimentaram” são uma tentativa de se aproveitar desse instinto. Outra são as listas de livros mais vendidos. Estudos mostram que só o fato de um produto estar entre os mais procurados atrai mais consumidores.

 

3. Ganhar bônus

 

  

Lembra quando sua mãe dizia “tudo que é difícil tem mais valor”? por mais estranho que pareça, estudos indicam que dinheiro extra é menos valorizado – e pode prejudicar as finanças. A tendência é gastarmos pequenos bônus, abonos salariais, restituições do imposto de renda e até o 13º salário de uma maneira mais irracional que o salário. Um dos primeiros a mostrar isso foi o professor de economia Michael Landsberger, na Universidade de Haifa, em Israel, que analisou os bônus mensais recebidos por cerca de 300 israelenses como reparação aos danos da Segunda Guerra. No estudo, as pessoas que recebiam um adicional pequeno (menos de 7% do salário), na média, faziam um gasto adicional equivalente ao dobro do bônus. Ou seja, torravam tudo o que recebiam e ainda passavam a se desfazer de outras fontes de renda. “A conclusão é que um dólar de salário aumenta minha riqueza mais do que um dólar de bônus”, diz Landsberger. O que acontece, dizem os psicólogos que se dedicam ao assunto, é que fazemos uma contabilidade mental e rotulamos de “dinheiro fácil” a grana que vem inesperadamente. Por fim, tratamos esse extra com menos cuidado. Na prática, R$ 100 ganhos numa raspadinha não parecem ter o mesmo valor que R$ 100 do nosso salário. Embora, racionalmente, isso não faça nenhum sentido, é bom refazer as contas.

 

4. Armadilhas de marketing

 

  

Uma propaganda não força ninguém a fazer algo que não queira, mas a ciência mostra que nossas decisões de compra são bastante influenciadas pelo marketing. A música ambiente, o perfume da loja, e a disposição dos produtos são pensados para fazer com que consumidores gastem mais. Num levantamento, pesquisadores de Harvard, Yale e Princeton tentaram descobrir que mensagem seria mais eficaz para estimular clientes a tomar empréstimos em um banco. Foram 50 mil cartas, com pequenas diferenças – corte de 5 pontos porcentuais na taxa de juros, chance de concorrer a prêmios. O que deu mais resultado? Colocar, no fim de uma carta para um homem, a foto de uma funcionária bonita. “Há anúncios simples que funcionam imperceptivelmente. Muitos nem sabemos como nos fazem aumentar o interesse”, diz o Ph.D. em psicologia Eldar Sharif, auto do estudo e um dos maiores especialistas do mundo em economia comportamental. Se funciona com empréstimos, imagine com cerveja. Entendeu agora por que quase todas usam gostosonas?

 

5. Com cartão você gasta mais

 

 

Ao contrário do que cantam na propaganda, cosa triste não é usar dinheiro, mas o cartão. Manoj Thomas, Ph.D. em marketing da Universidade de Cornell, nos EUA, mostrou isso numa pesquisa sobre o consumo de mil famílias durante 6 meses. O estudo indica que, ao usar dinheiro de plástico, consumidores tendem a gastar mais. Bem mais. Quando pagaram em espécie, a média para cada compra foi de US$ 38. Com cartão de débito, pulou para US$ 60 e com o de crédito, quase dobrou: US$ 68. Detalhe: os itens comprados a mais quase sempre eram doces, balas e junk food. Outros experimentos confirmam o papel de vilão do cartão. Um deles, conduzido pelo MIT, mostrou que, quando só há a opção de pagar com crédito, tende-se a gastar o dobro do que se desse para usar dinheiro. Os cientistas chamam isso de “contabilidade mental”: inconscientemente, atribuímos uma dor menor ao gasto com cartão, o que nos leva a abrir mais a mão. No fim das contas, bala de troco até que não é tão ruim.

 

6. Quando R$ 1 não vale R$ 1

 

  

Você vai a uma loja comprar um abajur por R$ 100 mas descobre que, na filial a 5 quarteirões, o mesmo abajur está em promoção por R$ 65. Você anda até lá?

Desta vez, você está comprando um conjunto de mesas e cadeiras por R$ 1.775 mas descobre que, a 5 blocos dali, é vendido por R$ 1.740. você anda até lá?

“A maioria responde ‘sim’ na situação 1 e ‘não’ na 2. Acontece que a decisão é a mesma: andar 5 quadras para poupar R$ 35”, diz Gary Belsky, especialista em economia comportamental. O exemplo usado em seus seminários mostra outra tendência da mesma ‘contabilidade mental’ do item anterior. Tratamos a mesma soma de dinheiro como se tivesse valor diferente em compras caras. Por mais que alguém considere um absurdo gastar R$ 1 mil em um aparelho de som para o carro, adicionar esse gasto em um carro novo de R$ 35 mil parece menos doloroso. Outro exemplo é o seguro contra danos para computador na hora da compra. Em que outro momento você pensaria na possibilidade de ir atrás desse seguro?

 

7. Mude demais e perca dinheiro

 

 

O investidor que se informa constantemente sobre ações ou fundos e sempre muda seu portfólio em busca dos que dão mais lucro se sai muito melhor do que aquele paradão, certo? Errado. Em um estudo que virou referência, o professor Ph.D. em contabilidade Ilia Dichev, da Emory University (EUA), mostrou que quem pula de galho em galho acaba levando um belo tombo – e olha que ele foi atrás de dados na bolsa desde 1926. Segundo pesquisas, o grupo que mais muda seus investimentos ganha quase metade da média. E o problema só piorou: “A internet aumentou o número de vendas e reduziu os ganhos. Com pouca informação, as pessoas acham que sabem muito e tendem a fazer mais transações. E piores negócios”, diz o Ph.D. em marketing Frank Yates, da Universidade de Michigan. Para se ter idéia de como isso atrapalha, de 1988 a 2008, os fundos de ações dos EUA tiveram lucro médio de 8,4% ao ano. “Mas os investidores desses fundos ganharam apenas 1,9% por que ficaram entrando e saindo de aplicações da moda”, diz Gary Belsky.

 

8. Não mude nada e também perca dinheiro

 

 

Você já viu no item anterior que em time que está ganhando não se mexe. Mas, quando ele está perdendo de lavada, tem que mudar. O investidor-padrão não faz nenhum dos dois. Após analisar aplicações de 10 mil contas ao longo de 7 anos, pesquisadores da Universidade da Califórnia observaram que as pessoas têm a mania de vender rápido demais quando a aposta está dando lucro e demora muito para se desfazer dela quando está dando prejuízo – na esperança de uma volta por cima. As ações vendidas analisadas, no fim das contas, tiveram um desempenho bem melhor que as mantidas. Ou seja, os investidores bobearam. “Odiamos perder, e usamos uma parte diferente do cérebro quando o mercado vai mal”, sintetiza o especialista em mercado Mebane Faber, um dos primeiros a descobrir o fenômeno. Faber se refere à “aversão à perda”, conceito da economia comportamental que diz que o prejuízo virtual é mais fácil de engolir. “Reconhecemos ganhos rapidamente – faz nos sentirmos espertos. Mas relutamos em reconhecer prejuízos, porque isso traz dor”, diz o americano Meir Statman, autor do livro What Investors Really Want (O que os investidores realmente querem, sem edição em português).

 

9. Seja menos preguiçoso para mudar

 

 

Nem sempre a grama do vizinho é mais verde. Na verdade, temos uma tendência a superestimar um objeto se ele nos pertence e de subestimar se é do outro. Em um estudo, metade dos estudantes da Universidade de Cornell recebeu canecas da faculdade, a outra metade não. Na média, os com-caneca estimavam que ela custava o dobro do valor chutado por quem não recebeu. Anúncios que oferecem um período de testes ou garantia do seu dinheiro de volta nada mais são do que vendedores aproveitando essa tendência, chamada de viés de status quo. Uma vez que você está com o produto, inconscientemente atribui a ele um valor maior, o que torna improvável que vá devolvê-lo. Isso nos leva a comer bola quando recebemos alguns meses grátis de algum serviço. No automático, nossa tendência é não cancelar e nem mudar nada, mesmo que isso signifique perder dinheiro. Se você já entrou num leilão on line, percebeu que costuma se colocar um preço bem abaixo do real. Estimulando mais gente a dar o lance inicial, aumenta a chance de que o lance final seja maior. “Assim, mais pessoas vão sentir que o produto é seu e terão dificuldade de sair da disputa”, diz Thomas Gilovich, um dos maiores especialistas atuais em economia comportamental.

 

10. Quanto mais opções, menos decisão

 

 

Ao se deparar com muitas opções na hora da compra, é comum que o consumidor se canse e deixe pra lá. Ou que pegue o primeiro produto que vê pela frente, para evitar a fadiga. Num dos estudos pioneiros a mostrar isso, psicólogos perguntaram a estudantes de Princeton o que fariam se quisessem um CD player e vissem um aparelho Sony por US$ 99 (uma barganha em 1992, ano da pesquisa). Dois terços disseram que comprariam na hora e 33% que pesquisariam outros modelos. Outro grupo viu dois aparelhos: um Sony e um Aiwa, por US$ 159 (outro bom negócio). Dar opções, em vez de reduzir, aumentou o número de indecisos: 46% decidiram esperar. Quanto mais opções, mais chance de indecisão – e de perder um bom negócio. Os psicólogos chamam isso de paralisia de decisão. “Empresas estão reduzindo o número de marcas, porque gera confusão no consumidor. Ou ele adia ou simplifica demais a escolha”, afirma Fábio Mariano Borges, professor do núcleo de ciências do consumo da ESPM. Deixar de comprar algo que está anunciado por um bom preço ou levar o primeiro que aparece por preguiça pode ser evitado ao se reduzir a quantidade de produtos analisados. Melhor não ficar lendo centenas de resenhas. “Se parar para ver cada um dos detalhes, não vai fazer uma boa decisão”, diz Fischhoff, da Universidade de Carnegie Mellon.

 

 

Fonte: Revista Galileu - Edição nº 245 de Dezembro de 2011

publicado por INESUL às 19:15

18
Jun 12

São 11 oportunidades no PR e três em SP O Grupo Boticário está com inscrições abertas para 14 oportunidades de estágio. São 11 vagas nas áreas de Engenharia de Infraestrutura, Engenharia de Projetos e Processos, Pesquisa e Desenvolvimento, Planejamento Financeiro, Marketing e Vendas, Melhoria Contínua (fábrica), Projetos Ambientais, Branding e Comunicação e Canais de Venda, distribuídas entre a sede, em São José dos Pinhais (PR), e os escritórios de Curitiba (PR). Também há oferta de três vagas para a área de Marketing, nos escritórios de São Paulo (SP). Para concorrer, o candidato deve estar matriculado em curso superior e apto a exercer atividades relacionadas à área. O objetivo do Programa de Estágio do Grupo Boticário é atrair, desenvolver e reter jovens talentos, atrelar conhecimentos acadêmicos à prática organizacional, agregando valor aos negócios e formando um banco de profissionais com potencial para atuar na organização, no futuro. Após o período de estágio, que varia entre um e dois anos, os participantes podem ser efetivados na área em que estagiaram, participar de outros processos seletivos internos ou, ainda, concorrer a uma vaga do Programa Trainee. A seleção contempla testes online, dinâmicas de grupo, entrevistas e entrega da documentação necessária. A admissão dos 14 estagiários será feita em outubro deste ano. Para obter mais informações sobre o Programa e ter acesso ao link para as inscrições no Paraná e São Paulo.

 

Visite: http://www.grupoboticario.com.br/trabalhe-conosco/Paginas/estagio.aspx

 

Edital: Maurício 18/06/2012

publicado por INESUL às 18:51

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